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		<title>SOBRE A DEPRESSÃO</title>
		<link>https://psiclaudiodesousa.com/sobre-a-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2023 21:37:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Muito se houve hoje em dia sobre depressão. No entanto, a Psicanálise tem uma visão própria sobre a mesma, considerando-a como um sintoma oriunda de um viés constituído. É por vezes que o sujeito, passando por uma condição desse tipo, se encontra em meio a um estado de distanciamento, acometido por uma tristeza de ordem &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://psiclaudiodesousa.com/sobre-a-depressao/"> <span class="screen-reader-text">SOBRE A DEPRESSÃO</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
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<p>Muito se houve hoje em dia sobre depressão. No entanto, a Psicanálise tem uma visão própria sobre a mesma, considerando-a como um sintoma oriunda de um viés constituído.</p>



<p>É por vezes que o sujeito, passando por uma condição desse tipo, se encontra em meio a um estado de distanciamento, acometido por uma tristeza de ordem profunda, sem energia, sem vitalidade para lidar com suas relações e o trabalho, estabelecendo inclusive um viéis psicológico, tendendo a ver as coisas com pessimismo.</p>



<p>Evidentemente que, no corpo, essa estado também se expressa, mas não se trata de algo atribuído ‘‘apenas’’ ao mesmo, no sentido orgânico, em seu desequilíbrio neuroquímico. Isso, considerando que muitas são as dinâmicas que podem se apresentar.</p>



<p>Por vezes, o sujeito já se encontra em um estado tão profundo, que a terapia não é possível sem que haja a participação de um diagnóstico por parte de um profissional da área médica (psiquiatria), tornando-se um fator preponderante para fazer uso de medicação e com isso, ter uma possibilidade de fazer uma terapia mais eficaz, mas nem sempre isso é necessário.</p>



<p>Esse estado se apresenta perpassam pela inibição, uma tristeza profunda e um sentimento de angústia que muitas vezes nem se sabe de onde vem. É por isso que muitas vezes ele se encontra em uma situação de isolamento, sem buscar auxílio.</p>



<p>A rede de apoio, nesse sentido, não deve ser estabelecida apenas pelo Psicanalista, considerando que por vezes há uma recusa da própria família ou pessoas no entorno em reconhecer e compreender tal condição, tratando-a como algo simplório. O mesmo se diz em relação à patologização, que é desnecessária.</p>



<p>Para tratar essa condição, o analista compreende que é preciso fazer com que o paciente entre em contato com a dinâmica que ele está envolvido, considerando o seu próprio histórico de vida: familiar, de infância e de fatores que impactaram e/ou agravaram de certo modo sua condição em termos de afetos, causando marcas em sua vida, tomando consciência da teia que envolve seus pensamentos.</p>



<p>É preciso esclarecer que muitos dos artigos aqui escritos, de início, não serão direcionados especificamente a um público específico, considerando sua linguagem técnica, que será estruturada para fins de reflexões profissionais e sendo assim, não será necessariamente para explicar como se estabelece determinado estado psicológico de um paciente x ou y, considerando que, cada caso é um caso, em sua singularidade.</p>



<p>Sendo assim, não há como estabelecer uma relação intrínseca entre um texto junto a um estado em que se encontra alguém (ou mesmo o próprio leitor), se no caso este for alguém que esteja passando por alguma tipo de angústia. Para tanto, é importante compreender que, a partir das sessões de psicanálise, é possível ter uma compreensão mais do profunda do estado em que se encontra o sujeito. E isso envolve uma série de técnicas e conhecimentos específicos que podem ser utilizados durante a análise, por meio da escuta, em que o próprio paciente vem se dando conta daquilo que até então estava inconsciente.</p>
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		<title>PROCRASTINAÇÃO: A DINÂMICA ENTRE PRAZER/DESPRAZER</title>
		<link>https://psiclaudiodesousa.com/procrastinacao-a-dinamica-entre-prazer-desprazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2023 21:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Em Psicopatologia da Vida Cotidiana (1901), Freud fala sobre situações oriundas do inconsciente que regem a vida do cotidiana do sujeito e que, de certo modo, interferem no aparelho psíquico, a exemplo de atos falhos, lapsos de memória e o adiamento de compromisso que, por vezes, pode ser apresentar como uma resistência. A procrastinação possui &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://psiclaudiodesousa.com/procrastinacao-a-dinamica-entre-prazer-desprazer/"> <span class="screen-reader-text">PROCRASTINAÇÃO: A DINÂMICA ENTRE PRAZER/DESPRAZER</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
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<p>Em Psicopatologia da Vida Cotidiana (1901), Freud fala sobre situações oriundas do inconsciente que regem a vida do cotidiana do sujeito e que, de certo modo, interferem no aparelho psíquico, a exemplo de atos falhos, lapsos de memória e o adiamento de compromisso que, por vezes, pode ser apresentar como uma resistência.</p>



<p>A procrastinação possui uma relação intrínseca com o ato de desejar. Cabe ao analista observar se o discurso do paciente, entre outros aspectos, aponta para uma interferência no alcance da realização de algo, mas acima de tudo, de onde partem as suas resistências, provocadas por mecanismos que vêm da dinâmica do ego, que impedem a movimentação do aparelho psíquico na direção de um determinado objeto.</p>



<p>Por vezes, percebe-se que o que faz com que o sujeito adie algo para se fazer &#8211; mesmo que seja de grande valor &#8211; é a representação que há entre aquilo que ele tem para fazer e o funcionamento psíquico, mas essa não é a única dinâmica existente. Nesse contexto, é necessário encontrar os pontos inconscientes que convergem e que intermediam a relação que há especialmente entre prazer/desprazer, conforto/desconforto e até mesmo a mudança de olhar, no que se refere ao direcionamento da libido.</p>



<p>A procrastinação, nesse contexto, pode estar relacionada com objeto na sua relação representativa, na relação com as suas fantasias. As teorias de Freud, nesse sentido, dão a nós um norte para que se possa compreender esse ato, no sentido de que a própria atitude evitativa é provocada pela dinâmica do ego.</p>



<p>Nesse contexto, conteúdos inconscientes devem ser observados, com a finalidade encontrar as raizes que surgem no contraste elaborado por dicotomias como prazer/desprazer, mas também aspectos que envolvem uma mudança no direcionamento voltado para um determinado objeto, como o apego a algo ou à própria zona que proporciona conforto.</p>
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		<title>NEUROSE E SUA RELAÇÃO COM O TEMPO E PROCRASTINAÇÃO</title>
		<link>https://psiclaudiodesousa.com/neurose-e-sua-relacao-com-o-tempo-e-procrastinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 06:41:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos sobre PROCRASTINAÇÃO, embora seja importante pensar nas novas tecnologias da informação e comunicação e a ‘‘modernidade líquida’’, como defende o pensamento de Zygmunt Bauman, (sociólogo polonês) ao falar sobre o tempo presente e a sua inconstância e fluidez, é preciso pensar no que está se passando dentro dessa engenharia interior, que é a &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://psiclaudiodesousa.com/neurose-e-sua-relacao-com-o-tempo-e-procrastinacao/"> <span class="screen-reader-text">NEUROSE E SUA RELAÇÃO COM O TEMPO E PROCRASTINAÇÃO</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando falamos sobre PROCRASTINAÇÃO, embora seja importante pensar nas novas tecnologias da informação e comunicação e a ‘‘modernidade líquida’’, como defende o pensamento de Zygmunt Bauman, (sociólogo polonês) ao falar sobre o tempo presente e a sua inconstância e fluidez, é preciso pensar no que está se passando dentro dessa engenharia interior, que é a psique humana.</p>



<p>De certo modo, esses aspectos promovem uma pressão psíquica no sujeito. Mas não é só isso. À luz da Psicanálise, é preciso pensar acerca das obsessões nas quais o sujeito não possui total controle e que turva o pensamento, o foco e o movimento de Eros em direção àquilo que tem que fazer.</p>



<p>O texto Neurose ‘‘Obsessiva e o Tempo’’, de Karla Martins, Osvaldo Martins e Natercio Capote, fala bem sobre esses aspectos. Nele, esses autores defendem o pensamento de que existem alguns obsessivos que apresentam ‘‘uma espécie de inflação no estatuto do tempo’’ e que além de suas contagens e ritos, há também a PROCRASTINAÇÃO e ‘‘sua cronometria demonstrariam a marca da dimensão do Outro’’.</p>



<p>Hoje o sujeito tem carência de tempo e nesse contexto, a energia psíquica está sendo sugada por vezes por um RECURSO OBSESSIVO que o afasta do verdadeiro desejo, embrenhado pelas fantasias e atravessado pelo tempo. A demanda do tempo trata-se de um ‘‘DESCOMPASSO TEMPORAL DO NEURÓTICO’’ e está emaranhado por essas vias pelas quais o sujeito tende a buscar responder o tempo do Outro, em detrimento do seu próprio desejo.</p>



<p>É evidente que trata-se de um aspecto inerente à constituição típica da neurose e nesse contexto há uma questão temporal atravessando o sujeito. Inflação dos pensamentos procrastinação tem si também uma relação com o tempo. O neurótico busca resolver algo pra já, quando se fixa no objeto, porém, enquanto que seu objeto de fixação é arrastado para o momento presente (É para já! Tem que ser agora!), aquilo que não convém, costuma ser afastado para o futuro, na medida que aquilo lhe retrai.</p>



<p>Freud mostrou que a Neurose Obsessiva é resultado do horror do sujeito à castração por meio do qual surgem ambivalências na relação transferencial, o que envolve também a relação sintomática do sujeito com o tempo, como se houvesse uma luta por se defender costantemente da morte. Da mesma forma que inconsciente está operando com a utilização de mecanismos de defesa como o recalque e a repressão, na Neurose Obsessiva, a dinâmica se dá pelo DESLOCAMENTO.</p>



<p>A neurose obsessiva funciona com o mecanismo de defesa ‘‘deslocamento’’ a partir do momento que o exercício dessa pulsão é direcionado para algo, deslocando-se para um objeto e fazendo com que a ação se repita, como forma de se atenuar ou evitar algo que lhe traz desconforto (algo que pressione, algo que lhe dar desprazer, algo que lhe dá compromisso, culpa, etc.). Daí a explicação para pessoas que, ao buscar amortecer um sofrimento psíquico, busca algo para descarregar a energia libidinal provocada pela angústia: pode ser alimento, bebida, filmes, celular, etc.</p>



<p>Em outras palavras, os sintomas da neurose obsessiva podem se apresentar como uma anulação e exclusão do desejo de algo, na medida que a sua dinâmica se expressa pela tentativa de se livrar do desejo, buscando incessantemente o escoamento libidinal no objeto para o qual a libido foi deslocada. Isso claramente pode se tornar um fator prepoderante para a PROCRASTINAÇÃO, na medida que o objeto da obsessão, traz uma mudança de foco.</p>
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